quarta-feira, 3 de dezembro de 2014

Se eu te pego te envergo Capitulo 7/ Parte 07

Ana: O que a gente veio fazer aqui?
Eu: Quero uma amostra de todos os remedios que a sua tia ta tomando?
Ana: Pra que?
Eu: To desconfiando de umas coisas mais deixa eu ter certeza
Ana: Mais por que a gente não veio no meu carro?
Eu: Ta cheia de pergunta em rsrs, mais é por isso, ta vendo a Juliana ta saindo pro plantão- Ela tava saindo no carro- Ela não pode saber que você pego esses remedios
Ana: Ah mais plantão de novo? Sei não se ela não ta traindo...
Eu: Vai se saber mais hoje não, a Lele vai comemorar o aniversario de namoro e obrigo a Juliana ir no lugar dela kkkk
Ana: Kkkk Ela deve ta puta
Eu: Cobrando 1,50 a hora kkk
Ana: Que puta barata kkkk
Eu: É por que essa é daquelas que se acha em baixo de viaduto toda usada kkkkk
Ana: Kkkk ela saiu deixa eu ir lá
Eu: Espera- Abri o porta luvas e peguei umas caixas de remedios- Os remedios que ela deve tomar são esses pega dois de cada e coloca nas embalagens certinhas
Ana: Ok
Eu: Tem que ser nas embalagens certas em, quero ver uma coisinha e se você ve que ela ta mal pergunta se ela quer que chame a Leticia pra examina ela, afinal nem morrendo ela ia deixar eu examinar ela
Ana: Pode deixar

Visão da Ana:
Entrei em casa só tinha o tio Everson assistindo TV...
Ana: Oii Tio
S. Everson: Oii Ana, que bom que você chegou pelo menos não fico só com a Nilza
Ana: Cade o Bruno e a Vagaba?- Fingi demencia pra ele não desconfiar
S. Everson: A Juliana foi pro plantão e o Bruno foi leva ela, mais já volta
Ana: Vou aproveitar e ficar um pouco com a tia por que a Juliana não deixa eu nem chegar perto dela
S. Everson: Não implica com ela, ela ta cuidando da sua tia
Juliana: Cuidando sei...
S. Everson: Ta sim, já a (Seu nome) nunca nem veio ver ela, nem deixa a Juliana levar ela no hospital que ela é diretora- Ele tava indignado
Ana: Que historia é essa?
S. Everson: Deixa isso pra lá- Ele fecho a cara e volto assistir TV
Ana: Não vo perde meu tempo
Entrei no quarto e pra variar a Tia tava dormindo, peguei as amostras quando eu tava saindo
D. Nilza: Ana- Ela tava com a voz fraca
Ana: Oi Tia
D. Nilza: Me tira daqui
Ana: Oi?- A voz tava quase um sussuro
D. Nilza: Me tira daqui a Juliana vai me matar
Ana: O que ela ta fazendo?
D. Nilza: Ela, ela- Ela começou a chorar desesperada, sem consegui respirar, com a mão no peito
Ana: Calma tia calma
D. Nilza: Me tira daqui, me tira daqui
Ana: Calma tia desse jeito você vai passar mal, se acalma eu vou te tirar daqui, melhor eu vou tirar a Juliana daqui, das nossas vidas
D. Nilza: Chama a Pretinha pra me ajudar, chama ela- Ela tava ainda mais desesperada
Ana: Calma Tia
D. Nilza: Chama ela, chama ela, PRETINHA, PRETINHA- Ela tentava gritar mesmo sem ar
Ana: Eu chamo, eu chamo
S. Everson: Ana o que você fez? Nilza se acalma
D. Nilza: A Pretinha
S. Everson: Pega o calmante
D. Nilza: Nãoooo
Ana: Não tio, vamos levar ela pro hospital
S. Everson: Não precisa quando ela passa mal a Juliana da calmante e ela melhora
Ana: Não vai dar
D. Nilza: Ai, ai, ai
Ana: Sai tio

Sua visão:
Liguei pra area de analise e pedi pra um dos meninos esperar eu chegar, queria a resposta daquela analise o mais rapido possivel, estava distraida quando alguém bateu no vidro, tomei um sustos daqueles, abaixei o vidro
Eu: Pois não
Bruno: Posso saber o que você ta fazendo aqui?

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